sexta-feira, 25 de março de 2011

UM PARAIBANO VENCEDOR - FRANCISCO RILDO CARTAXO NOBRE -


                Existem pessoas tão especiais, que desejamos  estar  sempre ao nosso  lado.

Existem pessoas tão marcantes e tão amigas, que jamais pensamos na hipótese de um dia vê-las partir . . .    
              Foi essa a sensação de sentimento do amigo e parente FRANCISCO RILDO CARTAXO NOBRE (44 anos), com seu falecimento prematuro em 12 de maio de 2007, na cidade de Rio Branco-AC., para onde, como muitos outros paraibanos, deixaram a sua terra natal em busca de oportunidades profissionais.  Natural de São João do Rio do Peixe-PB., casado com CLEISA BRASIL DA CUNHA CARTAXO e pai de DIGLIANE DA SILVA CAMPOS CARTAXO, filho do Agente Fiscal RAIMUNDO NOBRE DANTAS e de MARIA CARTAXO DANTAS;  sobrinho da saudosa escritora ROSILDA CARTAXO.
               A vida é tão curta. É tão bela. E às vezes, triste. Estar vivo é um luxo. Costumava dizer CARTAXO, como era mais conhecido, formado em Agronomia, pelo Centro de Ciência Agrária da UFPB, em Areia-PB.  Chegou ao Acre em 1986 para trabalhar como técnico da Secretaria de Desenvolvimento Agrário, hoje Secretaria da Produção.  Assessorava associações e cooperativas, incluindo a FETACRE. Era Mestre em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade da Flórida (USA); foi professor da Universidade Federal do Acre e pesquisador do INPA – Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia; Presidente municipal do PT e Presidente em exercício do PT estadual; ocupou a Secretaria-Adjunta do Governo da cidade de Floresta-AC; assumiu a SEATER – Secretaria da Assistência Técnica, Extensão e Agroflorestal na gestão de JORGE VIANA; na Prefeitura de Rio Branco, exerceu o cargo de Secretário de Planejamento na gestão de RAIMUNDO ANGELIM;  e, por fim, encontrava-se exercendo (licenciado) o mandato de Deputado Estadual e líder do Governo do Estado na Assembléia Legislativa do Acre.
                O plenário da Assembléia Legislativa ficou lotado durante a sessão solene em sua homenagem póstuma.  O Salão, que foi palco de eventos festivos desde a eleição do ano passado, exalava ar de consternação e tristeza pela perda do parlamentar, vítima de complicações respiratórias em conseqüência de um câncer.
                Além dos amigos e familiares, estavam presentes o prefeito de Rio Branco, RAIMUNDO ANGELIM, o representante do governo do Estado, FRANCISCO NEPOMUCENO (Carioca), e os vereadores da Câmara da capital, que suspenderam a sessão para participar da homenagem feita ao colega político.
                Ao abrir a sessão, o presidente da mesa diretora, EDVALDO MAGALHÃES, falou do homem que, segundo ele, “tinha o coração plantado nas colinas e nas ruas do Acre, mas também tinha a cabeça voltada para o mundo”.  Em seguida, surpreendendo todos os presentes e a própria família, ao anunciar o primeiro orador do dia: “Com a palavra, o deputado Cartaxo”.
                Depois de alguns segundos de silêncio, a voz do líder petista foi ouvida na sala, o que emocionou a maioria dos presentes.  Na gravação, CARTAXO fazia um de seus últimos pronunciamentos na Casa, por ocasião de uma sessão especial sobre a Campanha da Fraternidade deste ano, proposta por ele próprio e que reuniu várias lideranças ligadas ao meio ambiente.
                O nosso fraterno CARTAXO, foi exemplo de luta e de persistência, mesmo sabendo da possibilidade de partir mais cedo, ele optou por lutar.  Não se exilou.  Lutou até o final e nos deixa uma lição de que a VIDA é um eterno movimento: de paciência, para aguardar o brilho da manhã;  de esperança, para vislumbrar os horizontes e de fé, para enxergar a luz no fim do túnel.


                                                                          LINCOLN CARTAXO DE LIRA
               

O MAU-PAGADOR

            Para início de conversa vamos acabar com essa história que pobre é bom pagador e que não dá calote porque o nome limpo na praça é o seu maior patrimônio.  Essa é a conclusão de um dirigente de um banco, que através de uma pesquisa, constatou que 60% das pessoas que atrasavam prestações no comércio têm renda familiar até três salários mínimos.  Sendo elas, por sua vez, as primeiras sofrerem com reveses da economia: o desemprego.
            Então, falar que os pobres pagam melhor é um mito.  E que posição na classe social não é garantia de pagamento.
            Ainda que normalmente a análise (autorização) do crédito se dê mediante consulta em órgãos “proteção”, tipo Serasa, SPC e equivalentes, inevitavelmente tem-se como certo a figura singular do mau-pagador.
            O nosso dia-a-dia há sempre um motivo que nos leva a desculpar-nos do que fazemos ou deixamos de fazer.  Fomos habituados a reagir e a não a agir.  Tudo se queixa e razão não falta para isso.
            Pois bem, é dentro desse espectro que o mau-pagador utiliza a desculpa esfarrapada – como todas as desculpas – para justificar a sua impontualidade nas suas obrigações creditícias.
            Vale lembrar que existem três características de inadimplente: Mau-Pagador – se recusa a pagar, esquiva-se, inventa desculpas ou desaparece;  Mau-Pagador Ocasional – geralmente não tem intenção de enganar o credor quando faz o pedido de crédito e, por último, Devedor Crônico – sempre atrasa, mas acaba pagando, inclui-se aí o negligente, devedores sazonais, vítimas de eventos imprevisíveis etc.
            Cabe aqui um registro: enquanto o cidadão comum tem 24 horas para pagar suas dívidas jurídicas, se quiser evitar a penhora de seus bens, já o Estado quer valer-se do vezo popular do mau-pagador: devo, não nego, pago quando puder.  Refletindo assim, um exemplo triste de verdadeiro escárnio!!!
            É importante ressaltar que uma parcela significativa do endividamento da população deve-se (mea-culpa) ao próprio lojista, a financeira e o banco, na sua estratégia desenfreada de persuadir o cliente, através do “crédito fácil”, oferecendo carência no pagamento a perder de vista (60 a 150 dias), parcelamento de 6 a 36 meses embutindo altas taxas de juro.  Pouco se dando conta de uma regra básica no mundo dos negócios: pior do que não vender, é vender e não receber.
            Enfim, é recomendável usar o marketing para cobrar e não somente para vender.  Cuja ferramenta baseia-se numa mistura sutil de psicologia (gancho emocional) e numa engenharia de cobrança, para motivar o mau-pagador a pagar, sem necessidade do constrangimento, mediante violência ou grave ameaça.
            Constatando que, no financiamento, sempre haverá o mau-pagador, uma vez que o “cliente ideal” não precisa de empréstimo e nem de crediário.


                                                             LINCOLN CARTAXO DE LIRA
           
           

            

A CORRUPÇÃO

   Mais outro embaraçoso escândalo de corrupção.  Agora é a vez da chamada “operação navalha”, que consiste no desmonte de uma quadrilha especializada em desviar dinheiro público por meio de fraudes em licitações de obras do governo.
            Discutir este tema com profundidade, isso renderia uma tese que obviamente não caberia nos limites desta coluna e das minhas parcas luzes.
            Não é fenômeno novo.  Quando criança, sempre ouvia minha avó dizer: “Eita gente corrupta!”.  Ela é “endêmica” e “estrutural”.  Não existe a corrupção “jamais vista”.   Corrupção “jamais vista” começou desde 1500.  Neste quesito, apenas três países aparecem em situação pior que a nossa: Benin, Guatemala e Quênia.
            Os vermes do colarinho branco com suas trampolinagens, recebimentos de propina e vendas de sentença – com atitudes de franco deboche, com direito a sorrisos irônicos - tentam passar a idéia de que “os fins justificam os meios”. Em nome do bem, o mal.  Em nome da verdade, a mentira.  Da liberdade, a morte.
            Mas, vamos e venhamos, há mórbida semelhança (relação incestuosa) entre o atual escândalo e a farsa dos sanguessugas, anaconda, vampiro, dominó, furacão – para lembrar os nomes, sempre sugestivos da PF.  Cujo foco é inarredavelmente auferir de maneira ilícita o dinheiro público.
             A cultura da impunidade está dando sinais de fraqueza.  Pesar de haver certo excesso de divulgação que concerne às operações da PF, o que acaba por gerar pré-condenação pública, sem atinar correto ante o estado de inocência.  Nem por isso justifica pichá-la aplicar método fascista, uma vez que todas as prisões são determinadas pela Justiça e têm como fundamento: preservar as provas e impedir a prévia combinação de versões.
            Muito é preciso ser feito para reduzirmos a corrupção no Brasil, dando logo um basta aos labirintos legais e institucionais que acabam protegendo esses popstars da roubalheira. 
            Não é outra, porém, a expectativa da população, que enceste das autoridades, mais do que nunca, serenidade e firmeza no combate a essa praga social. Acreditando, sobejamente, que essa doença tem cura e que será erradicada.
            Assim, ao passar olhos na história, diante deste varejo cotidiano de indignação e perplexidade, vem-me a memória um trecho da música do grande Cazuza “O Tempo não pára”, que diz magistralmente: “... eu vejo o futuro repetir o passado...”.  Masss, para que essa idéia não continue a prevalecer, é necessário uma mudança radical em nossa legislação, onde roubar dinheiro público seria crime hediondo, inafiançável e imprescritível.
           

        
                                                     LINCOLN CARTAXO DE LIRA

CARA-METADE

  Sou da época de que namorar era a mais difícil das conquistas.  Hoje, no mundo virtual em que convivemos, ficar solteiro é motivo para desespero e estresse.  Basta dar uma olhadinha na internet para ver a quantidade de sites de namoro: “Marque já um encontro! É grátis e rápido!”.
            O namoro em geral – não importa – no bar, na festa, no colégio, na praia, no shopping, de repente olhos se encontram.  Primeiro uma ansiedade, um calor no peito que logo se espalha em calafrios que procuramos disfarçar.  Um leve suor nas mãos.  No primeiro encontro, ocorre uma conversa fútil e sem sentido, os lábios ressecam um pouco antes do primeiro beijo, as palavras tremem embaraçadas em pensamentos confusos.  Joelhos que mal sustentam o peso do corpo.  Esquecemos do mundo lá fora em eternas horas de silenciosa saudade ao telefone.
            Pouco a pouco sem perceber, o tempo vai passando, a paixão aumentando e os lábios já não suficientes para acalmar o “fogo” despertado pelo amor.
            São os apostos que se atraem ou as afinidades que formam os melhores pares?  Esse enigma nenhum filósofo até então decifrou.  De uma coisa todo mundo tem certeza: existem casais de namorados de todos os tipos.  Modernos, briguentos, do mesmo sexo, intelectuais, à distância, casados, solteiros, sofisticados, ficantes, etc., etc.
            Não há solução mágica para encontrar a verdadeira namorada (ou namorado).  Apenas conscientize-se que você é o vetor dela e só você pode conquistá-la. Por isso foque sua atenção em um ponto fixo e apenas respire. . .  mentalize um campo fixo de alfazema. . . e lá vai você com aquele “olhar 43” e de  “dom matador” – ô presa fácil!     
            Porquanto, nada de revelação bombástica, laudável que saibamos dar um ou outro o que temos em nós, no corpo e no espírito; que nos aceitamos e nos amamos como somos, com as riquezas e limitações que temos.  Crescendo numa mútua admiração e atração, a ponto de nos tornarmos um só: no pensar, no agir e no conviver.
            Não importa a turbulência da idade: 40, 50, 60 anos. . .   Que o tempo passa para todos nós é nenhuma novidade.   A vida está aí para ser desfrutada e acalentada.  Enamorado, então, melhor ainda.  Jamais pensar em deixar e de procurar a sua cara-metade.  Afinal de contas, a idade é só um número.


           
                                                      LINCOLN CARTAXO DE LIRA

ABORTO: uma realidade !

          Uma rápida batita d.olho pelos títulos dos principais jornais brasileiros nos últimos dias indica que o Aborto induzido (dentro ou fora da lei) é uma realidade.
            Discutir isso com meias-verdades acho de um desserviço imperdoável.  Qualquer argumento para ser válido neste debate, menos os argumentos religiosos, é imprescindível incluir em pauta o problema da saúde pública.
            Ademais, não existe até agora base científica de afirmação de que a vida “começa no exato momento da concepção”.  O que vem de encontro àqueles que são contra ao Aborto, em razão do feto não ter ainda caracteres de uma pessoa, por lhe faltar a racionalidade.
            Apesar de ser crime previsto pelo Código Penal (arts. 124 a 128), não há, por exemplo, no Estado de São Paulo (maior população carcerária da federação) nenhuma mulher cumprindo pena por interrupção voluntária da gravidez. Tá na cara, pois, que nem a própria Lei consegue punir e inibir tal delito.
            O Aborto representa a quarta causa de mortalidade materna no Brasil. As outras causas são de hipertensões, hemorragias e infecções. Segundo estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostra que no Brasil mais de 30% das gestações terminam em processo abortivo.  A cifra representa uma média anual de mais de um milhão de abortos ilegais.
            Eis um retrato em branco e preto do Aborto: uma violência sem fim, abominável, terrível e profundamente desumana.  Atingindo não só o corpo das gestantes, como também, a alma.  Essas pessoas estão enfermas na sua intimidade.  Feridas abertas dentro de si: refletindo assim a voz silenciosa do coração.
            Mas antes de defender a prática simplesmente do Aborto é preciso formular  ( ou reformular) políticas para reduzir a gravidez indesejada, como educação básica, controle da natalidade através da educação sexual e difusão de métodos contraceptivos.  Daí, então, consubstanciar uma legislação contemporânea (idêntica de países modernos), baseada no acompanhamento médico (antes e depois), com fiscalização do Ministério Público para evitar banalização e eventuais reincidências “abortivu”.
             A sociedade brasileira considera Aborto tabu grave: ninguém conhece, ninguém fez, ninguém viu.  A oportunidade para o debate é agora.  As discussões devem ser encaminhadas para o Congresso Nacional (sem cacoetes indecorosos dos políticos) e não para uma consulta plebiscitária sem qualquer possibilidade de êxito a tese do Aborto.
             E mais uma coisinha: você, que se diz servo de Deus, que critica o Aborto, já fez algo para minimizar essa dor?  Pense bem, amigo católico.



                                                         LINCOLN CARTAXO DE LIRA
           
           

           
            

A beleza e a feiura

          Começo citando o nosso poetinha Vinicius de Morais: “As feias que me perdoem, mas a beleza é fundamental”.  Assim, “Se o olho não admira, o coração não deseja”.  Por essa razão é que “A feiura é o grande aliado da castidade” e “Mulher bonita já nasce noiva”.
            Nada mais prático e prazeroso fazer esse tipo de comentário sobre o estonteante tema acima, quando se recorre alguns provérbios (fonte de sabedoria popular - das ruas) que expressam sentenças com aquele toque mágico de perspicácia e de bom humor.
            Se “Marido de mulher feia detesta feriado”, em compensação vive tranquilo, uma vez que “Casa de mulher feia não precisa de fechadura” e “Marido de mulher feia vive sossegado”. Por outro lado, não se case com mulher bonita: “Quem avisa amigo é”. Se já casou, “Errar é humano”.
            Não conformado com os atributos da bonitinha, a feiosa foi logo advertindo: “Quem vê cara não vê coração”, “Procure enxergar além do sorriso” e, ainda, “Pela capa não se conhece o livro”.
            Tinha um amigo (do colegial) simpático e de humor gaiato que dizia que “A beleza é passageira, mas a feiura sempre dura”.  E discordava daqueles que achavam que a roupa dava um toque diferente à beleza: “Mas eu prefiro a Vera Fischer nua ao General Figueiredo em uniforme de gala”.
            Opa! Aos desesperados que correm alucinadamente atrás da mulher bonita, vai aqui um recado: “Mulher é como sombra: se aproximamos, ela se afasta; se afastamos, ela se aproxima”.
            Por um acaso, alguma coisa sair errado, diante de uma aventura amorosa, apele para o trivial argumento de que “Filho feio não tem pai”.  “Filho bonito tem muitos pais, mas filho feio não tem nem mãe”.
Dizem, ainda, que a feiura e a beleza são absolutamente relativas.  Dependem dos olhos de quem vê e do seu grau de miopia.  Mas não é só isso.  Chega um momento na vida em que vemos a beleza sob outras formas que não só física.  O astral da pessoa, o caráter, a simpatia ou a conta bancária.
            Aos “desengraçados” (feio e feia) não precisam se constranger.  Mantenham a calma: “Quando Deus erra, o costureiro conserta”.  Não têm outra escolha, a não ser procurarem urgentemente os discípulos do nosso famoso “costureiro” Dr. Ivo Pitanguy.  Afinal, “O dinheiro esconde a feiura”.
           


                                                      LINCOLN CARTAXO DE LIRA
           
           
           

PRECONCEITO RACIAL NA UNIVERSIDADE

          Sobre esse tema, a antropóloga Maria Suely informa que em pesquisa realizada recentemente em São Paulo, a primeira pergunta era: “Você acha que existe preconceito racial na sociedade brasileira?”. Quase 100% dos entrevistados responderam que SIM. E a segunda pergunta era: “Você tem preconceito?”. Quase todos responderam que NÃO. “Então, sobre a questão: quem é que tem preconceito?”, pergunta a professora.
            Outros estudiosos comentam de que no Brasil não há preconceito de raça. O problema é de classe. Ou seja, a fórmula é de que branco pobre é NEGRO, e negro rico é BRANCO.
            Como se vê, lamentavelmente, existe esse preconceito arraigado em nossa sociedade, apesar de todo rigor de nossa legislação contra essa manifestação (infelizmente oculta!).
            Nem por isso, analisando de maneira “desapaixonada”, justifica que a Universidade, fonte de produção de conhecimentos e de formação à cidadania, pretenda adotar (algumas já adotando) o regime de cotas para negros. Como forma de corrigir uma crise bombástica de injustiça social, como se branco lá não tivesse também a sua injustiça!
            O pano de fundo do debate, a bem da verdade, está na escola elementar e na escola média, que continua na mais baixa escala de indigência. Fazendo com que os alunos (branco ou negro) sejam barrados no vestibular, não por suas raças, mas por não terem atingido o nível mínimo e básico de conhecimento para ingresso na Universidade.
            O receio dessa “embromacion” – esdrúxula e ilegítima – é que se venha institucionalizar essa prática em todas as Universidades. Ai sim, o preconceito deixa de ser “obscuro” para ser totalmente “transparente”. Com críticas, piadas e ressentimentos se sucedendo, como já vem ocorrendo, numa avalanche de racismo inimaginável!
            Sem querer fazer trocadilhos baratos, o importante é lutarmos pela criação de uma sociedade igualitária, onde negros e brancos convivam com os mesmos direitos e possibilidades de ascensão social.
           



                                                                LINCOLN CARTAXO DE LIRA